30/01/2019
Dos Nossos Arquivos

O artigo a seguir foi originalmente publicado na revista “A Voz da Cura”, edição de março de 1950. Foi escrito por um pastor de Beaumont, Texas, baseado na experiência que ele teve nas reuniões do irmão Branham. Preparem-se, porque vão gostar muito desse artigo!

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Encontro do irmão Branham em Beaumont... “Do Meu Ponto de Vista”

De: Tracy D. Boutlier
Pastor do Tabernáculo Glória

Já se passaram trinta e seis horas. E continuo bastante impressionado. Talvez consiga me recompor o suficiente para apresentar um tipo de relato das coisas maravilhosas que meus olhos viram e minha alma desfrutou.

Esta é a minha cidade. Eu moro aqui. Fui à escola, trabalhei, preguei e orei por esta cidade. Na semana passada, algo aconteceu comigo e com a minha cidade. Sou obrigado a confessar... não achei que isto pudesse acontecer aqui. Dizia que essa cidade era o cemitério de pregadores, e que o auditório da cidade era suficiente para acomodar as pessoas – talvez grande demais. Como eu estava errado! Quão gloriosamente errado!

Talvez em outro lugar nesta publicação haja fotos e testemunhos das maravilhas de Deus. Foram surpreendentes para mim. A presença do Deus vivo pairava sobre o público como uma nuvem gotejando. Aleijados saltaram de cadeiras de rodas; pobres, desamparados e acamados levantaram das macas, e uma irmã com os pés inchados e com diabetes e gangrena, antes incapaz de suportar o corpo esgotado, recebeu cura e força e desfilou pelos corredores, enquanto louvava e glorificava a Deus.

Um paciente do sanatório da cidade, que tinha tuberculose, foi curado. Antes de voltar para o hospital, ele tirou radiografias com um médico particular e as trouxe consigo. Incrível – ele estava curado!

Um ministro que o irmão Branham não conhecia estava ali deitado em uma maca. Com gesso do peito aos pés. Da plataforma, o irmão Branham apontou para ele. Contou uma parte da história do passado dele. Era verdade! Eu conheço – conheço o irmão. Ele é um membro da nossa igreja. Quarta-feira ele vai para Galveston, Texas, para tirar o gesso. Era para ele ter ficado engessado por seis meses.

Por mais extraordinárias que fossem as maravilhas e o indiscutível dom de discernimento, para mim, tudo isso ficou em segundo plano depois que vi algo mais.

Eu estava um pouco cético naquela primeira noite de domingo. Meu bom amigo, o irmão Jack Moore, havia me falado sobre isso – mas eu não tinha entendido completamente. Então o pequeno e frágil servo de Deus foi até a plataforma. Em menos de cinco minutos, todas as minhas dúvidas se dissiparam como neblina diante do sol nascente. Eu era um convertido. Reconheci que ele era um homem de Deus. Ainda não tinha visto milagres, nem o dom de discernimento em ação. Mas diante de mim, em carne e osso, estava uma epístola do caminho excelente.

A maior coisa para mim, foi a demonstração viva da compaixão e o que isto causou em meu coração.

Há um grande entusiasmo nos corações de nossos ministros e dos leigos também. Ouvem-se essas observações: “Você já viu algo parecido? A coisa mais maravilhosa que já vi ou ouvi falar! Já viu tamanha humildade? Já sentiu tanta proximidade de Deus e tamanho desejo de ser um verdadeiro cristão espiritual?”

Eles eram sinceros? Meus irmãos ministros falavam sério? Nos últimos tempos esta velha cidade tem sido assolada por uma luta partidária cruel. O horrível e impiedoso flagelo do preconceito religioso a fez sangrar muitas vezes.

Na semana passada foi diferente, o auditório estava cheio, superlotado. O lugar inteiro era um altar. A plataforma estava lotada de pessoas doentes e desamparadas. O querido e pequeno servo do Senhor, exausto, foi para o aposento dele. Em seguida, anunciaram: “Todos os pregadores venham para a plataforma, misturem-se com a multidão. Orem pelos enfermos. Cada um de vocês comece uma fila de oração”.

Tudo isso na minha cidade! Esta pobre cidade doente. Eu vi o que pensei que nunca veria. Todos os ministros de Deus com um só coração e alma – ombro a ombro – orando, clamando, amando um ao outro e adorando a Deus juntos. Não é assim que deveria ser?

No dia seguinte, todos se reuniram para um bom almoço. Tal harmonia e doçura raramente se vê. Percebi que o comparecimento de pessoas foi um dos maiores de qualquer cidade até agora.

Do meu ponto de vista, a parte extraordinária foi quando o homem de Deus “que diz não ser pregador” pregou. Nunca vi tamanha unção. Nunca ouvi uma mensagem como essa, nem Cristo ser tão grandemente exaltado.

Não me interpretem mal neste humilde relato. Não estou louvando ou exaltando o homem. Mas devemos honrar o Deus que realiza uma obra tão maravilhosa através dos servos Dele.

Resumindo – Para mim, uma visão mais profunda, Esperança, Fé e Consagração.

Para minha cidade, um grande reavivamento, pecadores salvos, doentes curados - companheirismo e um maior entendimento.

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